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Tatuagem, pode ou não pode?

Já é recurso de comunicação há vários milhares de anos. Essas inscrições tem contra si que são permanentes, por haver invasão de tintas em camadas mais profundas da pele.
Os nossos índios ganham dessa“modernidade” (de escasso bom gosto?), porque suas pinturas e ameaças de guerra são laváveis. Eles podem mudar de idéia, e começar nova etapa na vida.
Os nossos jovens e adultos civilizados não podem. Então isso de dizer que o mundo moderno não admite nada de definitivo, é desmentido pelos usuários desse recurso pictórico.

Não vale o axioma da pilha:“gastou, jogou fora”. Por isso, erroneamente se quer argumentar que o casamento não pode ser definitivo, por estar fora da mentalidade moderna...Os sentimentos, as promessas amorosas, a classificação de personalidade, a estigmatização das tatuagens, são para sempre.

Não há mais espaço para o arrependimento. A Igreja, por uma certa época, proibiu o seu uso. É que os romanos “carimbavam” os seus inimigos com esta humilhação. E também durante muito tempo, os governos marcavam os bandidos considerados irrecuperáveis com essas pinturas. Hoje as gangues, e outros, tem a sua linguagem esotérica, para se identificarem e fazerem suas comunicações.
Nós costumamos usar uma linguagem normal para o nosso corpo. Assim, as roupas que usamos, as jóias que as pessoas portam, os enfeites, os calçados, os penteados, falam aos outros do que somos e o que queremos. Quando vemos uma linda jovem, enfeitada com jóias, maquiada e penteada, concluímos que ela deseja cair na vista, e tem planos para a vida. Mas quando encontramos um homem maltrapilho, sujo, e com barba desgrenhada, concluímos que se trata de alguém que não acredita mais na vida.

 
 E se queremos expressar nossa pertença a Deus, podemos usar medalhas, anéis, que transmitem aos outros nossas convicções. Não é preciso tatuar a pele. Também perante Deus, para lhe demonstrar nossos fiéis propósitos, basta fazer-lhe promessas e votos. Não há necessidade de modificar a nossa pele. Até Ele, quando nos quer marcar como escolhidos, não nos carrega de inscrições corporais. Mas nos marca na alma, como no batismo e na crisma. “Eu conheço aqueles que escolhi” (Jo 13, 18).


Dom Aloísio Roque Opermann, SCJ
 Arcebispo de Uberaba, MG

Padre Paulo Ricardo responde a questionamentos protestantes!!

Cardeal Antonio Cañizares Fala sobre liturgia da Igreja hoje





28.12.2010 - Apresentamos nossa tradução da entrevista concedida pelo Cardeal Antonio Cañizares a Andrea Tornielli, do Il Giornale, via La Buhardilla de Jerónimo.


A liturgia católica vive “uma certa crise” e Bento XVI quer dar vida a um novo movimento litúrgico, que volte a trazer mais sacralidade e silêncio à Missa, e mais atenção à beleza no canto, na música e na arte sacra.


O Cardeal Antonio Cañizares Llovera, 65 anos, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, que enquanto bispo na Espanha era chamado de “o pequeno Ratzinger”, é o homem ao qual o Papa confiou esta tarefa. Nesta entevista a Il Giornale, o “ministro” da liturgia de Bento XVI revela e explica programas e projetos.


Como cardeal, Joseph Ratzinger havia lamentado uma certa pressa na reforma litúrgica pós-conciliar. Qual é a sua opinião?


A reforma litúrgica foi realizada com muita presa. Havia ótimas intenções e o desejo de aplicar o Vaticano II. Mas houve precipitação. Não se deu tempo e espaço suficiente para acolher e interiorizar os ensinamentos do Concílio; de repente, mudou-se o modo de celebrar.

Recordo bem a mentalidade então difundida: era necessário mudar, criar algo novo. Aquilo que havíamos recebido, a tradição, era visto como um obstáculo. A reforma foi entendida como obra humana, muitos pensavam que a Igeja era obra de nossas mãos e não de Deus. A renovação litúrgica foi vista como uma investigação de laboratório, fruto da imaginação e da criatividade, a palavra mágica de então.


Como cardeal, Ratzinger havia prognosticado uma “reforma da reforma” litúrgica, palavras atualmente impronunciáveis, mesmo no Vaticano. Todavia, parece evidente que Bento XVI a deseje. É possível falar dela?


Não sei se é possível, ou se é conveniente, falar de “reforma da reforma”. O que vejo absolutamente necessário e urgente, segundo o que deseja o Papa, é dar vida a um novo, claro e vigoroso movimento litúrgico em toda a Igreja. Porque, como explica Bento XVI no primeiro volume de sua Opera Omnia, em relação à liturgia se decide o destino da fé e da Igreja. Cristo está presente na Igreja através dos sacramentos. Deus é o sujeito da história, e não nós. A liturgia não é uma ação do homem, mas de Deus.


O Papa, mais que decisões impostas de cima, fala com o exemplo. Como ler as mudanças introduzidas por ele nas celebrações papais?


Acima de tudo, não deve haver nenhuma dúvida sobre a bondade da renovação litúrgica conciliar, que trouxe grandes benefícios para a vida da Igreja, como a participação mais consciente e ativa dos fiéis e a presença enriquecida da Sagrada Escritura. Mas além destes e outros benefícios, não faltaram sombras, surgidas nos anos seguintes ao Vaticano II: a liturgia, isso é fato, foi “ferida” por deformações arbitrárias, provocadas também pela secularização que desgraçadamente atinge também dentro da Igreja. Consequentemente, em muitas celebrações já não se coloca Deus no centro, mas o homem e seu protagonismo, sua ação criativa, o papel principal é dado à assembléia. A renovação conciliar foi entendida como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da tradição. Devemos reaviver o espírito da liturgia e para isso são significativos os gestos introduzidos nas liturgias do Papa: a orientação da ação litúrgica, a cruz no centro do altar, a comunhão de joellhos, o canto gregoriano, o espaço para o silêncio, a beleza na arte sacra. É também necessário e urgente promover a adoração eucarística: diante da presenção real do Senhor, não se pode senão estar em adoração.


Quando se fala de uma recuperação da dimensão do sagrado, há sempre quem apresente tudo isso como um simples retorno ao passado, fruto de nostalgia. Como o senhor responde?


A perda do sentido do sagrado, do Mistério, de Deus, é uma das perdas de consequências mais graves para um verdadeiro humanismo. Quem pensa que reavivar, recuperar e reforçar o espírito da liturgia e a verdade da celebração é um simples retorno a um passado superado, ignora a verdade das coisas. Colocar a liturgia no centro da vida da Igreja não é em nada nostálgico, mas, pelo contrário, é garantia de estar a caminho em direção ao futuro.


Como julga o estado da liturgia católica no mundo?


Diante do risco da rotina, diante de algumas confusões, da pobreza e da banalidade do canto e da música sacra, pode-se dizer que há uma certa crise. Por isso é urgente um novo movimento litúrgico. Bento XVI, indicando o exemplo de São Francisco de Assis, muito devoto do Santíssimo Sacramento, explicou que o verdadeiro reformador é alguém que obedece a fé: não se move de maneira arbitrária e não se arroga nenhuma discricionariedade sobre o rito. Não é o dono, mas o custódio do tesouro instituido pelo Senhor e confiado a nós. O Papa, portanto, pede à nossa Congregação promover uma renovação segundo o Vaticano II, em sintonia com a tradição litúrgica da Igreja, sem esquecer a norma conciliar que prescreve não introduzir inovações exceto quando as requererem uma verdadeira e comprovada utilidade para a Igreja, com a advertência de que as novas formas, em todo caso, devem surgir organicamente das já existentes.


O que pretende fazer como Congregação?


Devemos considerar a renovação litúrgica segundo a hermêutica da continudade na reforma indicada por Bento XVI para ler o Concílio. E para fazê-lo, é necessário superar a tendência de “congelar” o estado atual da reforma pós-conciliar, de um modo que não faz justiça ao desenvolvimento orgânico da liturgia da Igreja.


Estamos tentanto levar adiante um grande empenho na formação dos sacerdotes, seminaristas, consagrados e fiéis leigos, para favorecer a compreensão do verdadeiro significado das celebrações da Igreja. Isso requer uma adequada e ampla instrução, vigilância e fidelidade nos ritos, e uma autêntica educação para vivê-los plenamente. Este empenho será acompanhado pela revisão e pela atualização dos textos introdutórios de diversas celebrações (prenotanda). Somos conscientes também de que dar impulso a este novo movimento não será possível sem uma renovação pastoral da iniciação cristã.


Uma perspectiva que deveria ser aplicada também à arte e à música…


O novo movimento litúrgico deverá fazer descobrir a beleza da liturgia. Por isso, abriremos uma nova seção em nossa Congregação dedicada à “Arte e música sacra” a serviço da liturgia. Isso nos levará a oferecer, o quanto antes, critérios e orientações para a arte, canto e música sacras. Como também pensamos em oferecer o mais rápido possível critérios e orientações para a pregação.


Nas Igrejas desaparecem os genuflexórios, a Missa às vezes é ainda um espaço aberto à criatividade, são cortadas inclusive as partes mais sagradas do cânon. Como inverter esta tendência?


A vigilância da Igreja é fundamental e não deve ser considerada como algo inquisitório ou repressivo, mas como um serviço. Em todo caso, devemos tornar todos conscientes da exigência, não só dos direitos do fiéis, mas também dos “direitos de Deus”.


Existe também o risco oposto, isto é, o de se crer que a sacralidade da liturgia depende da riqueza dos paramentos: uma posição fruto de esteticismo que parece ignorar o coração da liturgia…


A beleza é fundamental, mas é algo muito distintito de um esteticismo vazio, formalista e estéril, no qual se cai às vezes. Existe o risco de se acreditar que a beleza e a sacralidade da liturgia dependem da riqueza ou da antiguidade dos paramentos. É necessário uma boa formação e uma boa catequese baseada no Catecismo da Igreja Católica, evitando também o risco oposto, o da banalização, e atuando com decisão e energia quando se recorre a costumes que tiveram seu sentido no passado, mas que atualmente não têm ou não contribuem de nenhum modo para a verdade da celebração.


Poderia nos dar alguma indicação concreta sobre o que poderia mudar na liturgia?


Mais que pensar em mudanças, devemos nos comprometer em reaviver e promover um novo movimento litúrgico, seguindo o ensinamento de Bento XVI, a reaviver o sentido do sagrado e do Mistério, pondo Deus no centro de tudo. Devemos impulsionar a adoração eucarística, renovar e melhorar o canto litúrgico, cultivar o silêncio, dar mais espaço à meditação. Disso surgirá as mudanças…


Fonte: http://fratresinunum.com/
Fonte: Rainha Maria

Não, Não és Franciscano!

Publicamos um texto enviado por frei Ângelo Bernardo,OMin., refutando uma entrevista de Leonardo Boff, como um especial para este dia do Seráfico Pai.


Estas são considerações indignadas de um filho do poverello de Assis. Desde a leitura, releitura, apreciação da fala do “Doutor Leonardo Boff”, procurei ler suas obras com afinco, sobretudo a que o ‘condenou’: “Igreja: Carisma e Poder – Ensaios de Eclesiologia Militante”, editado pela Vozes em 1981, bem como outras obras há anos publicadas, como “Jesus Cristo Libertador”, tendo sua primeira edição em 1972 e outras mais recentes. Para não incorrer em erros e contradições, busquei entender o seu pensamento, o modo como, o a partir donde ele escrevia e escreve.

Desde a primeira vez que li a enfadonhaentrevista do “Doutor” à revista IstoÉ, em 28 de Maio passado, fiquei espantado com tanta arrogância da parte de quem já foi um dia, um filho de São Francisco. São falas de alguém que, certamente, “já não tem mais nada a perder” e, por isso mesmo, atira qual guerrilheiro para todos os lados, sobretudo, para o coração daquela que lhe acolheu um dia: a Igreja. Manifestamente, ressalta inúmeras vezes, ao longo dos anos e da entrevista, sua ojeriza ao sucessor de Pedro, ao Vigário de Cristo, o Papa Bento XVI. É claro que todos têm consciência de que quando ele o ataca, o faz não pela investidura papal, mas pelo cardeal que o silenciou, anos atrás, Joseph Ratzinger.

Sonho de Dom Bosco: O TRIUNFO DA IMACULADA E DA EUCARISTIA.

Retiro de Missão Mater Rosarium
"Imaginai estar comigo na praia do mar, ou melhor, sobre um escolho isolado, e de não em torno de vós senão o mar. Em toda aquela vasta superfície de águas vê-se uma multidão de naves em ordem de batalha, que avançam contra uma nave muito maior e mais alta que todas, tentando chocar-se contra ela com o esporão da proa, tentando incendiá-la e fazer-lhe o maior dano possível. Àquela majestosa nave fazem escolta pequenas naves, mas o vento lhes é contrário e o mar agitado parece favorecer os inimigos.

[Em vão tentam de novo o ataque e desperdiçam toda a sua fadiga e munições: a grande nau prossegue seguramente e livre em seu caminho. Ocorre por vezes que, atingida por golpes formidáveis, apresenta em seus flancos largas e profundas brechas, mas apenas acontece o dano, sopra um vento proveniente das duas colunas e as brechas se fecham e os furos se obturam] (Trecho do sonho de Dom Bosco omitido no texto de Antonio Socci).

Então, os inimigos, furiosos, começam a combater com armas curtas; e com as mãos, com os punhos, com blasfêmias.

A Oração do Lenhador - Santíssimo Sacramento


No ano de 1880, na Suíça, aconteceu um fato maravilhoso: um pároco ouviu de noite uma voz que o chamava e dizia:

- Vá logo a tal ponto das montanhas da Suíça, para levar a Comunhão a um homem que vai morrer.
O pároco se levantou, tomou o Santíssimo Sacramento, montou a cavalo e partiu, acompanhado pelo sacristão. Ao despontar da aurora chegou ao lugar indicado, e vendo um velho lenhador lhe perguntou:

- Há algum enfermo na sua família?

- Que eu saiba, nenhum, graças a Deus.

E mandou perguntar pelas casas de campo mais próximas, mas nenhum enfermo apareceu.
Não sabendo o sacerdote explicar o que acontecera, determinou voltar para sua paróquia, mas o velho lenhador lhe disse:

- Senhor Padre, já que vós levais o Santíssimo Sacramento e eu não posso, por causa de minha velhice, ir à igreja tão distante, descansai um pouco, depois ouvi-me em confissão, e em seguida dai-me a Comunhão.

- Muito bem, respondeu o padre, e satisfez os desejos do velho.

Pôs-se depois em marcha, e mal se havia afastado duzentos passos, foi chamado aos gritos por um jovem:

- Senhor Padre! Senhor Padre! Vinde rápido que meu pai teve um ataque. 
Com efeito, o sacerdote acorreu e encontrou o velho já em agonia, mas com o rosto alegre e sereno. E, ao ver o sacerdote, lhe disse:

- Foi meu Anjo da Guarda que vos enviou. Foi por minha causa que fostes ontem chamado. Eu estava perto da morte e não o sabia. Sempre tive especial devoção ao Santíssimo Sacramento, e como temia ser vítima de um ataque, um dia roguei ao Senhor que não me deixasse morrer sem receber o santo Viático. Bendito seja Deus, que me ouviu! 
Pouco depois de ditas estas palavras, com os sentimentos da mais acendrada piedade e com a paz do justo, o velho lenhador, assistido por seu próprio pároco, entregou a alma a Deus.

(Pe. Pedro Laurenti S.J., Le Meraviglie del SS. Sacramento)
(Milagres Eucaristicos – Padre Manuel Traval Y Roset S.J. – Editora Artpress)

O Perda da Cruz


Certo fidalgo levou a Luís XII, rei da França, uma lista em que figuravam os nomes dos mais notáveis homens da corte e disse-lhe:

- Assinalei com uma cruz os nomes dos vossos inimigos, dos vossos desafetos e daqueles que conspiram contra a vossa vida e contra o vosso trono; penso que não deveis perdoar-lhes.

- E estão marcados com uma cruz? - insistiu o rei.

- Sim, com uma cruz.

- Pois bem – volveu o monarca. – A cruz manda que eu perdoe. Estão perdoados.

Também na vida conforme nos ensinam santos evangelhos, o perdão de Deus chega sempre para aqueles que se aproximam da cruz.


("Lendas do Céu e da Terra" – Malba Tahan)

O Escapulário do Carmo

Como um Escrado de amor de Jesus em Maria, e um usuário do Escapulário resolvi postar essa formação que estava lendo! Foi retirada do site http://www.lepanto.com.br muitas postagens interessantes nesse site visitem!

No dia 16 de julho, há 750 anos, o mais extraordinário penhor de salvação jamais dado ao homem — o Escapulário do Carmo — era entregue a São Simão Stock. Por isso, os carmelitanos declararam 2001 “Ano Mariano” para toda a Ordem.
        Certo dia, que já vai longe, andando pelas ruas de Roma, encontraram-se três insignes homens de Deus. Um era Frei Domingos de Gusmão, que recrutava membros para a Ordem que fundara, a dosPregadores, mais tarde conhecida como dos “dominicanos”. Outro era o Irmão Francisco de Assis, o Poverello, que havia pouco reunira alguns homens para servir ao que chamava aDama Pobreza. O terceiro, Frei Ângelo, tinha vindo de longe, do Monte Carmelo, na Palestina, chamado a Roma como grande pregador que era.
Os três, iluminados pelo Divino Espírito Santo, reconheceram-se mutuamente, e no decurso da conversa fizeram muitas profecias. Santo Ângelo, por exemplo, predisse os estigmas que seriam concedidos por Deus a São Francisco. E São Domingos profetizou: “Um dia, Irmão Ângelo, a Santíssima Virgem dará à tua Ordem do Carmo uma devoção que será conhecida pelo nome de Escapulário Castanho, e dará à minha Ordem dos Pregadores uma devoção que se chamará Rosário. E um dia Ela salvará o mundo por meio do Rosário e do Escapulário”.
No lugar desse encontro construiu-se uma capela, que existe até hoje em Roma1.
Em sua edição de maio último, Catolicismo já tratou extensamente da importância e dos benefícios do santo Rosário, tão insistentemente recomendado por Nossa Senhora em Fátima para a salvação do nosso mundo afundado no pecado. O tema do Escapulário foi também largamente exposto em nossa edição de fevereiro de 1999 —Escapulário do Carmo: tábua de salvação oferecida por Maria Santíssima. Porém, em virtude da grande data que agora comemoramos, e da suma importância do Escapulário, relembraremos alguns pontos básicos desse precioso e maternal dom da Virgem Santíssima, concedido à humanidade.
Mãe e esplendor do Carmelo
Foi no celebrado Monte Carmelo, no litoral palestino, que o Profeta de fogo, Santo Elias, viu a nuvenzinha que, num período de grande seca, prenunciava a chuva redentora que cairia sobre a terra ressequida. Por uma intuição sobrenatural, soube que essa simples nuvem, com forma de uma pegada humana, simbolizava aquela mulher bendita, predita depois pelo Profeta Isaías (“Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho”), que seria a Mãe do Redentor. Do seu seio virginal sairia Aquele que, lavando com seu sangue a terra ressequida pelo pecado, abriria aos homens a vida da graça.
Dos seguidores de Elias e seus continuadores, de acordo com a tradição, nasceu a Ordem do Carmo, da qual Maria Santíssima é a Mãe e esplendor, segundo as palavras também de Isaías “A glória do Líbano lhe será dada, o esplendor do Carmelo e de Saron” (Is 35, 2).
Da Palestina, os eremitas do Monte Carmelo passaram para a Europa, radicando-se em vários países, entre eles a Inglaterra, onde vivia São Simão Stock.
São Simão Stock: nobre e santo
Simão nasceu no ano de 1165 no castelo de Harford, no condado de Kent, Inglaterra, em atenção às preces de seus piedosos pais, que uniam a mais alta nobreza à virtude. Alguns escritores julgam mesmo que tinham parentesco com a família real.
Sua mãe consagrou-o à Santíssima Virgem desde antes de nascer. Em reconhecimento a Ela pelo feliz parto, e para pedir sua especial proteção para o filhinho, a jovem mãe, antes de o amamentar, oferecia-o à Virgem, rezando de joelhos uma Ave-Maria. Bela atitude de uma senhora altamente nobre!
O menino aprendeu a ler com pouquíssima idade. A exemplo de seus pais, começou a rezar o Pequeno Ofício da Santíssima Virgem, e logo também o Saltério. Esse verdadeiro pequeno gênio, aos sete anos de idade iniciou o estudo das Belas Artes no Colégio de Oxford, com tanto sucesso que surpreendeu os professores. Foi também nessa época admitido à Mesa Eucarística, e consagrou sua virgindade à Santíssima Virgem.
Perseguido pela inveja do irmão mais velho, e atendendo a uma voz interior que lhe inspirava o desejo de abandonar o mundo, deixou o lar paterno aos 12 anos, encontrando refúgio numa floresta onde viveu inteiramente isolado durante 20 anos, em oração e penitência.
A Ordem Carmelitana
Nossa Senhora revelou-lhe então seu desejo de que ele se juntasse a certos monges que viriam do Monte Carmelo, na Palestina, à Inglaterra, “sobretudo porque aqueles religiosos estavam consagrados de um modo especial à Mãe de Deus”. Simão saiu de sua solidão e, obedecendo também a uma ordem do Céu, estudou teologia, recebendo as sagradas ordens. Dedicou-se à pregação, até que finalmente chegaram dois frades carmelitas no ano de 1213. Ele pôde então receber o hábito da Ordem, em Aylesford.
Em 1215, tendo chegado aos ouvidos de São Brocardo, Geral latino do Carmo, a fama das virtudes de Simão, quis tê-lo como coadjutor na direção da Ordem; em 1226, nomeou-o Vigário-Geral de todas as províncias européias.
São Simão teve que enfrentar uma verdadeira tormenta contra os carmelitas na Europa, suscitada pelo demônio através de homens ditos zelosos pelas leis da Igreja, os quais queriam a todo custo suprimir a Ordem sob vários pretextos. Mas o Sumo Pontífice, mediante uma bula, declarou legítima e conforme aos decretos de Latrão a existência legal da Ordem dos Carmelitas, e a autorizou a continuar suas fundações na Europa.
São Simão participou do Capítulo Geral da Ordem na Terra Santa, em 1237. Em um novo Capítulo, em 1245, foi eleito 6° Prior-Geral dos Carmelitas.
A Grande Promessa: não irás para o fogo do inferno
Se a bula papal aplacara momentaneamente o furor dos inimigos do Carmelo, não o fizera cessar de todo. Depois de um período de calmaria, as perseguições recomeçaram com mais intensidade.
Carente de auxílio humano, São Simão recorria à Virgem Santíssima com toda a amargura de seu coração, pedindo-Lhe que fosse propícia à sua Ordem, tão provada, e que desse um sinal de sua aliança com ela.
Na manhã do dia 16 de julho de 1251, suplicava com maior empenho à Mãe do Carmelo sua proteção, recitando a bela oração por ele composta,Flos Carmeli2. Segundo ele próprio relatou ao Pe. Pedro Swayngton, seu secretário e confessor, de repente “a Virgem me apareceu em grande cortejo, e, tendo na mão o hábito da Ordem, disse-me:
“‘Recebe, diletíssimo filho, este Escapulário de tua Ordem como sinal distintivo e a marca do privilégio que eu obtive para ti e para todos os filhos do Carmelo; é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos, aliança de paz e de uma proteção sempiterna. Quem morrer revestido com ele será preservado do fogo eterno’” 3.
Essa graça especialíssima foi imediatamente difundida nos lugares onde os carmelitas estavam estabelecidos, e autenticada por muitos milagres que, ocorrendo por toda parte, fizeram calar os adversários dosIrmãos da Santíssima Virgem do Monte Carmelo.
São Simão atingiu extrema velhice e altíssima santidade, operando inúmeros milagres, tendo também obtido o dom das línguas; entregou sua alma a Deus em 16 de maio de 1265.
Privilégio Sabatino: livre do Purgatório no primeiro sábado após a morte
Além dessa graça específica da salvação eterna, ligada ao Escapulário, Nossa Senhora concedeu outra, que ficou conhecida como privilégio sabatino. No século seguinte, apareceu Ela ao Papa João XXII, a 3 de março de 1322, comunicando àqueles que usarem seu Escapulário: “Eu, sua Mãe, baixarei graciosamente ao purgatório no sábado seguinte à sua morte, e os lavarei daquelas penas e os levarei ao monte santo da vida eterna” 4.
Quais são, então, as promessas específicas de Nossa Senhora?
1º. Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno.
Que desejava Nossa Senhora dizer com estas palavras?— Em primeiro lugar, ao fazer a sua promessa, Maria não quer dizer que uma pessoa que morra em pecado mortal se salvará. A morte em pecado mortal e a condenação são uma e a mesma coisa. A promessa de Maria traduz-se, sem dúvida, por estas outras palavras: “Quem morrer revestido do Escapulário, não morrerá em pecado mortal”. Para tornar isto claro, a Igreja insere, muitas vezes, a palavra “piamente” na promessa: “aquele que morrer piamente não padecerá do fogo do inferno” 5.
2º. Nossa Senhora livrará do Purgatório quem portar seu Escapulário, no primeiro sábado após sua morte.
Embora freqüentemente se interprete este privilégio ao pé da letra, isto é, que a pessoa será livre do Purgatório no primeiro sábado após sua morte, “tudo que a Igreja, para explicar estas palavras, tem dito oficialmente em várias ocasiões, é que aqueles que cumprem as condições do Privilégio Sabatino serão, por intercessão de Nossa Senhora, libertos do Purgatório pouco tempo depois da morte, e especialmente no sábado” 6.
De qualquer modo, se formos fiéis em observar as palavras da Virgem Santíssima, Ela será muito mais fiel em observar as suas, como nos mostra o seguinte exemplo:
Durante umas missões, tocado pela graça divina, certo jovem deixou a má vida e recebeu o Escapulário. Tempos depois recaiu nos costumes desregrados, e de mau tornou-se pior. Mas, apesar disso, conservou o santo Escapulário.
A Virgem Santíssima, sempre Mãe, atingiu-o com grave enfermidade. Durante ela, o jovem viu-se em sonhos diante do justíssimo tribunal de Deus, que devido às suas perfídias e má vida, o condenou à eterna danação.
Em vão o infeliz alegou ao Sumo Juiz que portava o Escapulário de sua Mãe Santíssima.
— E onde estão os costumes que correspondem a esse Escapulário? — perguntou-lhe Este.
Sem saber o que responder, o desditoso voltou-se então para Nossa Senhora.
— Eu não posso desfazer o que meu Filho já fez — respondeu-lhe Ela.
— Mas, Senhora! — exclamou o jovem— Serei outro.
— Tu me prometes?
— Sim.
— Pois então vive.
Nesse momento o doente despertou, apavorado com o que vira e ouvira, fazendo votos de portar doravante mais seriamente o Escapulário de Maria. Com efeito, sarou e entrou para a Ordem dos Premonstratenses. Depois de vida edificante, entregou sua alma a Deus. Assim narram as crônicas dessa Ordem7.
O Escapulário e Fátima
Tem o Escapulário alguma relação com Fátima?
Sim. Após a última aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria, surgiram aos olhos dos três videntes diversas cenas. Na primeira, ao lado de São José e tendo o Menino Jesus ao colo, Ela apareceu como Nossa Senhora do Rosário. Em seguida, junto a Nosso Senhor acabrunhado de dores a caminho do Calvário, surgiu como Nossa Senhora das Dores. Finalmente, gloriosa, coroada como Rainha do Céu e da Terra, a Santíssima Virgem apareceu como Nossa Senhora do Carmo, tendo o Escapulário à mão.
— Que pensa da razão por que Nossa Senhora apareceu com o Escapulário nesta última visão? — perguntaram a Lúcia em 1950.
— É que Nossa Senhora quer que todos usem o Escapulário — respondeu ela.
“E é por este motivo que o Rosário e o Escapulário, os dois sacramentais marianos mais privilegiados, mais universais, mais antigos e mais valiosos, adquirem hoje uma importância maior do que em nenhuma passada época da História” 8.
Veja matéria sobre "Santo Elias, o Profeta de fogo"
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Notas:
1. Cfr. John Haffert, Maria na sua promessa do Escapulário, Edições Carmelo, Aveiro, Portugal, 1967, pp. 265-266.
2. Em latim, diz essa bela oração: “Flos Carmeli, Vitis florigera, Splendor Coeli, Virgo puerpera, Singularis; Mater mitis, sede viri nescia. Carmelitis da privilegia, Stella maris! (Flor do Carmelo, vide florífera, Esplendor do Céu, Virgem incomparável, Singular! Ó Mãe amável e sempre virgem, dai aos Carmelitas os privilégios de vossa proteção, Estrela do Mar!).
3. Les Petits Bollandistes, Bloud et Barral, Paris, 1882, p. 592.
4. Pe. Simón Ma. Besalduch, OCD, Enci­clo­pedia del Escapulario del Carmen, Luis Gili Editor, Librería Cat. Barcelona.
5. John Haffert, op. cit., p. 34.
6. Id. ib., p. 112.
7. Enciclopedia del Escapulario, p. 167.
8. John Haffert, op. cit., pp. 272, 269.

Carta ao Papa e Ano Mariano

[Fonte: Cor Mariae]

Por: Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
Penso que seja extremamente oportuna a iniciativa do meu querido irmão, Padre Rodrigo Maria, de suplicar ao Papa Bento XVI a graça de um novo Ano Mariano para 2012-2013.
Tenho ainda na lembrança as graças imensas que pude colher do Ano Sacerdotal que vivemos, por ocasião do aniversário de 150 anos da morte de São João Maria Vianney (Padroeiro dos Párocos), e que teve muitíssimos frutos de conversão na vida de tantos padres. Um novo Ano Mariano comemorando, em 2012-13, recordando os 25 anos do último ano mariano proclamado pelo servo de Deus o Papa João Paulo II e comemorando os 300 anos do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luis Maria Montfort, seria um verdadeiro tempo de graça para a Santa Igreja de Deus.
O Ano Mariano em 2012 seria uma grande oportunidade de reavivar a Devoção a nossa Mãe Santíssima no coração dos católicos e  propagar a prática da Consagração Total a Ela, como é ensinado pelo próprio São Luis.
Seria uma forma muito prática de responder aos apelos que a Virgem Santíssima fez em Fátima (1917): “Deus quer estabelecer no mundo a Devoção ao Meu Coração Imaculado. (…) Se fizerdes o que vos digo, muitas almas se salvarão e terão paz.”
Pois como diz o próprio São Luis, “foi por intermédio da Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por meio Dela que Ele deve reinar no mundo. (…) Por Ela Jesus Cristo vem a nós, e por Ela devemos ir a Ele.” (“Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, n. 1; 85)
Por estas razões, gostaria de me unir a esta iniciativa do Pe. Rodrigo Maria, e convidar você, caríssimo irmão e irmã, a enviar também a sua carta ao Santo Padre Bento XVI, através dos endereços que se encontram abaixo.


Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
——-
A Sua Santidade Bento XVI
Palazzo Apostolico
Città del Vaticano (Europe)


(Enviar cópia para:)
Ao Rev.mo Monsignore
Mons. Ettore Balestrero
Sotto-Segretario per i Rapporti con gli Stati
Segreteria di Stato
Città del Vaticano (Europe)
——–

Dança Liturgica pode?



Inicialmente quero explicar uma coisa, a Cúria Romana (órgão administrativo) é divididas em congregações, como por exemplo a  Congregação para a Doutrina da Fé que era presidida pelo então Cardeal Joseph Alois Ratzinger atual PAPA Bento XVI, hoje a mesma é presidida pelo Cardeal William Joseph Levada, essas congregações são responsáveis pela administração das várias "partes" da Igreja, explico, a que o amado Cardeal Ratzinger presidia é responsável por difundir a doutrina da Igreja e defender os pontos da tradição católica que possam estar em perigo!

Mas não é sobre essa que quero falar nesse momento isso virar em outra postagem que estou preparando, mas quero falar sobre a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos que é presidida hoje pelo Cardeal Antonio Cañizares Cardeal Llovera, essa congregação tem como função se ocupar de tudo que diz respeito a Sé Apostólica, a cerca da promoção e da regulamentação da liturgia e, em primeiro lugar, dos sacramentos. Promove a ação pastoral litúrgica e tudo que está ligada a preparação e a celebração da Eucaristia, e dos outros sacramentos e dos sacramentais, no que se refere a celebração do domingo e das outras festas do Ano Litúrgico e da Liturgia das Horas, ou seja, tudo que se posso colocar sobre a liturgia da igreja, é essa congregação que manda e desmanda.

Com isso quero dizer que nós leigos ou até mesmos os sacerdotes(padres, bispos) devemos obediência a essas congregações, e quando se trata de liturgia nada melhor que os presidentes dessa ultima congregação para falar isso, seja esse o atual ou um anterior, e este é o caso, no final da postagem colocarei um vídeo com uma entrevista com o Cardeal Francis Arinze - encontrei o Vídeo no blog Eurico Zine - , que presidia a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos e o foi perguntado sobre a dança na celebração da Santa Missa, bem vejamos a resposta dele, segue abaixo alguma das frases dele :

"Não deveríamos falar sobre dança litúrgica de jeito algum, porque a dança (...) não é parte do culto."

"(...) o africano se moverá para a direita e para a esquerda. Não é uma dança. É um movimento gracioso para mostrar alegria e oferta."

"Mas não vamos à Missa para divertirmos. Não vamos à Missa admirar pessoas; e aplaudí-las e dizer: "de novo! de novo! maravilhoso!excelente!" Isso é adequado para um auditório, para um teatro."

"As passoas que estão discutindo a dança litúrgica deveriam usar o seu tempo rezando o Rosário (...) ou lendo um dos documentos do Papa sobre a Sagrada Eucaristia".



Agora eu pergunto! E ai o que chamam de forma indevida de dança Litúrgica é permito ou não?

Infelizmente vemos algumas comunidades novas como a Shalom, ou até mesmo alguns MEMBROS  de movimentos como a Renovação Carismática Católica, entre outros ou algumas pastorais da igreja como PJ-PJMP que defende essas danças. Não quero julgar ninguém, mas faço o mesmo convite que o Cardeal fez, em vez que perde tempo querendo ignorantemente convencer a população de que a Dança "Litúrgica" - que de litúrgica não tem nada - é boa, é aceitada pela igreja, vamos gastar esse tempo levando os jovens ao Deus verdadeiro, a Jesus Eucarístico, no lugar de dizer que isso atrai a juventude, e digo como jovem que sou, que em nada me atrai, pelo contrario, as vezes afasta um pouco, não que eu vá sair da igreja por causa disso, não claro que não, nem sou protestante, essas danças cortam todo o sentido da Santa Missa! 


Tentem imaginar isso, o Papa Bento XVI, ou São Cura D'Ars ou São Pe. Pio celebrando com essas danças... difícil neh? Os três tem a verdadeira visão da Santa Missa, São Pe. Pio dizia confirmando a doutrina da Igreja que a Missa é o continuo Sacrifício da Cruz, o próprio calvário, ai pergunto tinha algum cristão dançando enquanto Jesus morria? ele(Pe. Pio) também ensina  como devemos assistir a Santa Missa dizia ele quando foi perguntado como devemos assistir a Santa Missa : "Como assistiram a Santíssima Virgem e as piedosas mulheres. Como assistiu S. João Evangelista ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrifício cruento da Cruz. "! E ai você teria assistido como? Com piedade e contrição, ou dançando!?

Obs1: Mostrei a opinião oficial da Igreja, nada que venha de uma pessoa, ou de um padre ou bispo ou conferencia de Bispos, mas a visão de Roma, do vaticano, e esta deve ser respeita!

Obs2: Note que na epoca do video o Cardeal  Arinze ainda era presidente da congregação, e a visão da mesma não mudou, ou seja, continua inadmissível a dança na LITURGIA, ou seja, não falo de apresentação que como o Cardeal falou podem ser feitas em outro lugar, por mais que ele fale somente em America do Norte para a proibição, mas a que ele classifica como aceitável é só para a África e a Ásia, mas como ele falou NÃO É DANÇA!

Para finalizar coloco uma frase de um doutor da igreja, Santo Agostinho!
"Roma locuta, causa finita"(Roma falou, a causa acabou)!




Romário Kionys de Freitas Dias

A morte não diz quando vem


“Quanto ao dia e a hora, ninguém o sabe nem mesmo os anjos do céu, nem sequer o Filho de Deus. Somente o Pai o sabe” (Mt 24,36 e Mc 13,32).


 

Hoje eu fui surpreendida com a notícia do falecimento da mãe de uma amiga. Descobri pelo Orkut, quando a irmã desta amiga postava a notícia. Fiquei sem saber o que dizer. Meu coração encheu-se de tristeza, afinal, elas são minhas amigas de infância. Sempre frequentei a casa e sua mãe sempre foi muito gentil.

Liguei de onde estou - já que moro em outra cidade - para dar-lhes os pêsames. Mas qualquer palavra agora é difícil de sufragar a dor do outro. A mãe morreu da noite pro dia. Descobriu ontem um câncer e nem chegou a amanhecer. 58 anos apenas.

Pedi à minha mãe que fosse vê-las e dar-lhes o abraço que agora não consigo dar. Contudo, decide-me rezar por eles, também pela alma desta querida que agora vai ao encontro do Pai prestar contas de tudo. Espero que as minhas orações possa ajudá-las de alguma forma.


Este ato mostra aquilo que custamos a compreender: não sabemos nem o dia, nem hora em que o Senhor nos chamará. Só o Pai sabe. A morte vem como um ladrão. Chega "do nada". Não manda recado, scrap, SMS, não twitta, não liga, nem manda sinal de fumaça. Ela vem e pronto. Eu mesma posso morrer depois deste recado. Quem garante que não?



Portanto, meus irmãos, aprendamos enquanto há tempo. Lembremos que a nossa vida tem que ser, diariamente, revista diante de Deus. Só Ele sabe o número de fios de cabelos em nossas cabeças. Só Ele sabe quando vamos partir. Melhor que seja uma partida Nele. Aprendamos com a morte,  a ver que HOJE o Senhor nos deu mais uma chance para nos convertermos, mudarmos de vida, tornarmo-nos melhores, fiéis e cristãos dedicados, pais zelosos, filhos respeitosos, profissionais idôneos. Aprendamos com São Francisco de Assis,que dizia:


“Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã nossa, a morte corporal, da qual nenhum homem pode escapar. Ai daqueles que morrerem em pecado mortal: bem-aventurados os que ela encontrar na tua santíssima vontade, porque a morte segunda não lhes farpa mal. Louvai e bendizei ao meu Senhor e rendei-lhe graças e servi-o com grande humildade.”


Não vai adiantar nada chorarmos depois que partirmos. A hora de chorarmos os nossos pecados, rogando a Deus perdão, é agora.

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Deixo aqui uma Novena pelos Defuntos, bem como as 15 Orações de Santa Brígida. Ajudar as almas do purgatório é de grande valia, (e infelizmente nos esquecemos que o Purgatório existe!) além de um ato nobilíssimo!



Nossa Senhora da Boa morte, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte. Amém.


Retirado do Regina Apostolorum

CEB,S : Heresias, sacrilégios e apostasias.

É comum em paroquias com formação baseada na maldita teologia da libertação a fundação de varias comunidades que são chamadas de CEB,S( comunidade eclesial de base), neste artigo vamos falar das atrocidades que acontecem nestas comunidades, espero que estas denuncias edifique a Igreja, por que realidades como estas que irei narrar são heresias, sacrilégios e até apostasias na Casa de Deus.
Em territórios de paroquias tradicionais que conservam os valores da Igreja, normalmente se vê varias capelas, estas são criadas para que as pessoas de um povoado distante da Igreja Matrix se reúna para rezar o terço, meditar a paixão de Cristo e celebrar a palavra de Deus. Nas paroquias revolucionarias da teologia da libertação estas capelas são chamadas de comunidades e a finalidade destas CEB,S são de promover ações sociais revolucionarias para auxiliar os menos favorecidos, quando digo ações revolucionarias, falo de marxismo, ou seja, de métodos de protestos que levam a sociedade a se dividir em classes(ricos e pobres) e brigarem entre si. O que mais irrita é que estes “cristãos católicos” que coordenam as comunidades usam da casa de Deus e dos mistérios mais sublimes da fé para espalhar a fumaça de Satanás na Igreja e no mundo. É ai que entram as heresias, sacrilégios e apostasias.

PAPA e os presevativos

Muito se tem falado ultimamente sobre o que o Santo Papa Bento XVI falou sobre os preservativos, em post anteriores colocamos algumas explicações, como se até precisa-se somente quem é muito "lula", ops burro, para não entender o que realmente ele quis disser, eu inicialmente fiquei com o que a mídia falava, mas logo resolvi pedir ajuda a quem melhor poderia responder as minhas indagações e mandei um e-mail para o Pe. Paulo Ricardo da Arquidiocese de Cuiaba - Mt, um, se não o melhor Teólogo do Brasil, e como sempre ele faz quando mandamos uma duvida para ele, acredito que não só por causa do meu e-mail, mas vários outros foram enviados com essa duvida, mas muitos outros, e também o fato que essas noticias estão causando a maior “confusão” , o mesmo responde com um post e um podcast e o disponibiliza no seu blog segue o link da postagem dele, baixem a pregação e leiam o post! 
Fiquem com Deus! 
Que Nossa Senhora seja a guia de suas vidas!