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Cardeal Antonio Cañizares Fala sobre liturgia da Igreja hoje





28.12.2010 - Apresentamos nossa tradução da entrevista concedida pelo Cardeal Antonio Cañizares a Andrea Tornielli, do Il Giornale, via La Buhardilla de Jerónimo.


A liturgia católica vive “uma certa crise” e Bento XVI quer dar vida a um novo movimento litúrgico, que volte a trazer mais sacralidade e silêncio à Missa, e mais atenção à beleza no canto, na música e na arte sacra.


O Cardeal Antonio Cañizares Llovera, 65 anos, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, que enquanto bispo na Espanha era chamado de “o pequeno Ratzinger”, é o homem ao qual o Papa confiou esta tarefa. Nesta entevista a Il Giornale, o “ministro” da liturgia de Bento XVI revela e explica programas e projetos.


Como cardeal, Joseph Ratzinger havia lamentado uma certa pressa na reforma litúrgica pós-conciliar. Qual é a sua opinião?


A reforma litúrgica foi realizada com muita presa. Havia ótimas intenções e o desejo de aplicar o Vaticano II. Mas houve precipitação. Não se deu tempo e espaço suficiente para acolher e interiorizar os ensinamentos do Concílio; de repente, mudou-se o modo de celebrar.

Recordo bem a mentalidade então difundida: era necessário mudar, criar algo novo. Aquilo que havíamos recebido, a tradição, era visto como um obstáculo. A reforma foi entendida como obra humana, muitos pensavam que a Igeja era obra de nossas mãos e não de Deus. A renovação litúrgica foi vista como uma investigação de laboratório, fruto da imaginação e da criatividade, a palavra mágica de então.


Como cardeal, Ratzinger havia prognosticado uma “reforma da reforma” litúrgica, palavras atualmente impronunciáveis, mesmo no Vaticano. Todavia, parece evidente que Bento XVI a deseje. É possível falar dela?


Não sei se é possível, ou se é conveniente, falar de “reforma da reforma”. O que vejo absolutamente necessário e urgente, segundo o que deseja o Papa, é dar vida a um novo, claro e vigoroso movimento litúrgico em toda a Igreja. Porque, como explica Bento XVI no primeiro volume de sua Opera Omnia, em relação à liturgia se decide o destino da fé e da Igreja. Cristo está presente na Igreja através dos sacramentos. Deus é o sujeito da história, e não nós. A liturgia não é uma ação do homem, mas de Deus.


O Papa, mais que decisões impostas de cima, fala com o exemplo. Como ler as mudanças introduzidas por ele nas celebrações papais?


Acima de tudo, não deve haver nenhuma dúvida sobre a bondade da renovação litúrgica conciliar, que trouxe grandes benefícios para a vida da Igreja, como a participação mais consciente e ativa dos fiéis e a presença enriquecida da Sagrada Escritura. Mas além destes e outros benefícios, não faltaram sombras, surgidas nos anos seguintes ao Vaticano II: a liturgia, isso é fato, foi “ferida” por deformações arbitrárias, provocadas também pela secularização que desgraçadamente atinge também dentro da Igreja. Consequentemente, em muitas celebrações já não se coloca Deus no centro, mas o homem e seu protagonismo, sua ação criativa, o papel principal é dado à assembléia. A renovação conciliar foi entendida como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da tradição. Devemos reaviver o espírito da liturgia e para isso são significativos os gestos introduzidos nas liturgias do Papa: a orientação da ação litúrgica, a cruz no centro do altar, a comunhão de joellhos, o canto gregoriano, o espaço para o silêncio, a beleza na arte sacra. É também necessário e urgente promover a adoração eucarística: diante da presenção real do Senhor, não se pode senão estar em adoração.


Quando se fala de uma recuperação da dimensão do sagrado, há sempre quem apresente tudo isso como um simples retorno ao passado, fruto de nostalgia. Como o senhor responde?


A perda do sentido do sagrado, do Mistério, de Deus, é uma das perdas de consequências mais graves para um verdadeiro humanismo. Quem pensa que reavivar, recuperar e reforçar o espírito da liturgia e a verdade da celebração é um simples retorno a um passado superado, ignora a verdade das coisas. Colocar a liturgia no centro da vida da Igreja não é em nada nostálgico, mas, pelo contrário, é garantia de estar a caminho em direção ao futuro.


Como julga o estado da liturgia católica no mundo?


Diante do risco da rotina, diante de algumas confusões, da pobreza e da banalidade do canto e da música sacra, pode-se dizer que há uma certa crise. Por isso é urgente um novo movimento litúrgico. Bento XVI, indicando o exemplo de São Francisco de Assis, muito devoto do Santíssimo Sacramento, explicou que o verdadeiro reformador é alguém que obedece a fé: não se move de maneira arbitrária e não se arroga nenhuma discricionariedade sobre o rito. Não é o dono, mas o custódio do tesouro instituido pelo Senhor e confiado a nós. O Papa, portanto, pede à nossa Congregação promover uma renovação segundo o Vaticano II, em sintonia com a tradição litúrgica da Igreja, sem esquecer a norma conciliar que prescreve não introduzir inovações exceto quando as requererem uma verdadeira e comprovada utilidade para a Igreja, com a advertência de que as novas formas, em todo caso, devem surgir organicamente das já existentes.


O que pretende fazer como Congregação?


Devemos considerar a renovação litúrgica segundo a hermêutica da continudade na reforma indicada por Bento XVI para ler o Concílio. E para fazê-lo, é necessário superar a tendência de “congelar” o estado atual da reforma pós-conciliar, de um modo que não faz justiça ao desenvolvimento orgânico da liturgia da Igreja.


Estamos tentanto levar adiante um grande empenho na formação dos sacerdotes, seminaristas, consagrados e fiéis leigos, para favorecer a compreensão do verdadeiro significado das celebrações da Igreja. Isso requer uma adequada e ampla instrução, vigilância e fidelidade nos ritos, e uma autêntica educação para vivê-los plenamente. Este empenho será acompanhado pela revisão e pela atualização dos textos introdutórios de diversas celebrações (prenotanda). Somos conscientes também de que dar impulso a este novo movimento não será possível sem uma renovação pastoral da iniciação cristã.


Uma perspectiva que deveria ser aplicada também à arte e à música…


O novo movimento litúrgico deverá fazer descobrir a beleza da liturgia. Por isso, abriremos uma nova seção em nossa Congregação dedicada à “Arte e música sacra” a serviço da liturgia. Isso nos levará a oferecer, o quanto antes, critérios e orientações para a arte, canto e música sacras. Como também pensamos em oferecer o mais rápido possível critérios e orientações para a pregação.


Nas Igrejas desaparecem os genuflexórios, a Missa às vezes é ainda um espaço aberto à criatividade, são cortadas inclusive as partes mais sagradas do cânon. Como inverter esta tendência?


A vigilância da Igreja é fundamental e não deve ser considerada como algo inquisitório ou repressivo, mas como um serviço. Em todo caso, devemos tornar todos conscientes da exigência, não só dos direitos do fiéis, mas também dos “direitos de Deus”.


Existe também o risco oposto, isto é, o de se crer que a sacralidade da liturgia depende da riqueza dos paramentos: uma posição fruto de esteticismo que parece ignorar o coração da liturgia…


A beleza é fundamental, mas é algo muito distintito de um esteticismo vazio, formalista e estéril, no qual se cai às vezes. Existe o risco de se acreditar que a beleza e a sacralidade da liturgia dependem da riqueza ou da antiguidade dos paramentos. É necessário uma boa formação e uma boa catequese baseada no Catecismo da Igreja Católica, evitando também o risco oposto, o da banalização, e atuando com decisão e energia quando se recorre a costumes que tiveram seu sentido no passado, mas que atualmente não têm ou não contribuem de nenhum modo para a verdade da celebração.


Poderia nos dar alguma indicação concreta sobre o que poderia mudar na liturgia?


Mais que pensar em mudanças, devemos nos comprometer em reaviver e promover um novo movimento litúrgico, seguindo o ensinamento de Bento XVI, a reaviver o sentido do sagrado e do Mistério, pondo Deus no centro de tudo. Devemos impulsionar a adoração eucarística, renovar e melhorar o canto litúrgico, cultivar o silêncio, dar mais espaço à meditação. Disso surgirá as mudanças…


Fonte: http://fratresinunum.com/
Fonte: Rainha Maria

Bula "Ineffabilis Deus" - Dogma da Imaculada Conceição

Imagem Barroca da Imaculada Conceição parecida com a da Nossa Capela!

 Segue Abaixo a Bula da Imaculada Conceição!

Posição e privilégios de Maria nos desígnios de Deus
1. Deus inefável, "cuja conduta toda é bondade e fidelidade", cuja vontade é onipotente, e cuja sabedoria "se estende com poder de um extremo ao outro (do mundo), e tudo governa com bondade", tendo previsto desde toda a eternidade a triste ruína de todo o gênero humano que derivaria do pecado de Adão, com desígnio oculto aos séculos, decretou realizar a obra primitiva da sua bondade com um mistério ainda mais profundo, mediante a Encarnação do Verbo. Porque, induzido ao pecado — contra o propósito da divina misericórdia — pela astúcia e pela malícia do demônio, o homem não devia mais perecer; antes, a queda da natureza do primeiro Adão devia ser reparada com melhor fortuna no segundo.

2. Assim Deus, desde o princípio e antes dos séculos, escolheu e pré-ordenou para seu Filho uma Mãe, na qual Ele se encarnaria, e da qual, depois, na feliz plenitude dos tempos, nasceria; e, de preferência a qualquer outra criatura, fê-la alvo de tanto amor, a ponto de se comprazer nela com singularíssima benevolência. Por isto cumulou-a admiravelmente, mais do que todos os Anjos e a todos os Santos, da abundância de todos os dons celestes, tirados do tesouro da sua Divindade. Assim, sempre absolutamente livre de toda mancha de pecado, toda bela e perfeita, ela possui uma tal plenitude de inocência e de santidade, que, depois da de Deus, não se pode conceber outra maior, e cuja profundeza, afora de Deus, nenhuma mente pode chegar a compreender.

3. E, certamente, era de todo conveniente que esta Mãe tão venerável brilhasse sempre adornada dos fulgores da santidade mais perfeita, e, imune inteiramente da mancha do pecado original, alcançasse o mais belo triunfo sobre a antiga serpente; porquanto a ela Deus Pai dispusera dar seu Filho Unigênito — gerado do seu seio, igual a si mesmo e amado como a si mesmo — de modo tal que Ele fosse, por natureza, Filho único e comum de Deus Pai e da Virgem; porquanto o próprio Filho estabelecera torná-la sua Mãe de modo substancial; porquanto o Espírito Santo quisera e fizera de modo que dela fosse concebido e nascesse Aquele de quem Ele mesmo procede.

Na África não tem Missa Afro…


Pois é… Tanto se fala em colocar cultura afro na Missa romana por aqui, e, da África mesmo, a real, a de verdade, não a ideologicamente inventada, temos um belíssimo exemplo: Dom Gregory Ochiagha, Bispo Emérito de Orlu, Nigéria, celebrou seu Jubileu de Ouro com uma Solene Missa Pontifical na forma extraordinária.

Isso mesmo. Na África não tem Missa Afro. Na África tem Missa Tridentina!

Mas não diziam que o povo negro quer Missas com atabaques, falando “axé”, dançando no altar, com roupas extravagantes?

As fotos, que nos chegam via New Liturgical Movement, falam por si e nos dão esperança de que a liturgia será salva!


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A coerência de um Bispo!

Abrindo os blogs que gosto de acompanhar vi essa belíssima postagem do Salvem a liturgia:

Publicamos abaixo um pequeno texto de Dom Henrique Soares da Costa, Bispo auxiliar de Aracaju retirado de seu blog. Dom Henrique se destaca pela sua fidelidade à Santa Madre Igreja! Neste texto ele menciona as duas formas do rito romano, com fidelidade ao que o Santo Padre, o Papa Bento XVI, mencionou na carta aos bispos que acompanha o Motu Proprio Summorum Pontificum: "As duas Formas do uso do Rito Romano podem enriquecer-se mutuamente:"
Caro Internauta, se você nunca havia visto, veja só como era celebrada a Santa Missa antes da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II. Tem sua beleza, pelo que expressa de sagrado, de santo, do aspecto sacrifical da Eucaristia. Tem seus limites, pelo que não consegue bem exprimir do sentido de participação do Povo de Deus e da dimensão do banquete escatológico. Recorde que esta forma de Missa pode ser celebrada atualmente, como forma extraordinária do nosso Rito Romano.
Devemos conservar desse rito o respeito, o sentido do sagrado, o cuidado com as rubricas, que são necessários para exprimir o verdadeiro sentido do rito litúrgico. Sempre repito e continuarei a repetir: rito não se inventa, rito não pode ser manipulado! Não existe oficina de liturgia! O missal é para ser aberto e seguido com unção, piedade e santa reverência!
A Missa como é celebrada hoje, no Missal dito de Paulo VI, após a reforma litúrgica, tem tanto de beleza e de equilíbrio entre a dimensão sacrifical e a de banquete, conjuga com tanta beleza o papel do sacerdote e a participação da assembleia. Uma falha dele - que pode ser corrigida - é ter eliminado muito dos gestos, da riqueza de alguns elementos que existiam no missal anterior. Nisto, sem dúvida há uma certa pobreza e "dessacralização" no missal atual... No entanto, no seu conjunto, é um precioso tesouro e fonte de verdadeira vida espiritual! Infelizmente, os abusos, a ignorância das rubricas, a falta de piedade e de zelo, o desconhecimento do sentido genuinamente  católico do que seja liturgia e rito, a indisciplina do clero, a prepotência que faz com que cada um se ache no direito de fazer sua liturgia e sua missinha, tudo isto em muito tem deturpado gravemente o verdadeiro sentido da liturgia; e destruir a liturgia é destruir o coração da Igreja! Não temo dizer que a crise de fé na Igreja está diretamente ligada à crise na liturgia!
Rezemos e trabalhemos para que o clero volte a compreender o sentido profundo da ação litúrgica cristã e celebre a Santa Missa segundo o missal do Vaticano II com zelo, piedade, fidelidade e espírito de respeito pelo sagrado!



Abaixo, algumas fotos de Dom Henrique, em celebrações e tempos litúrgicos diversos.















Acréscimo do Editor:

Rezemos para que Deus conserve os Bispo e Padre com essa bela ideologia litúrgica, essa obediência a Santa Mãe Igreja, e também para que os que ainda não a tem consigam a graça da conversão!

Salve Maria!

O Arranjo Beneditino

Um pouco sobre Liturgia! Retirei do blog que hoje também sou editor, junto com Igor Ramon(natural de nossa Terrinha) e Samuel Erico , o Per Ecclesiae Unitate !

Celebração com o PAPA

O arranjo Beneditino recebe esse nome por causa de Sua Santidade o Papa Bento XVI, já que o mesmo tem Celebrado o Santo Sacrifício da Missa com os castiçais e um crucifixo, que fica de frente Para o Sacerdote, sobre o altar (ver foto). O Sucessor de Pedro quando ainda Cardeal em seu livro o Introdução ao Espirito da Liturgia, falava sobre a importância da Celebração, mesmo no Rito de Paulo VI, ser de frente para o Cristo (Versus Deum). Uma Liturgia que se volta somente para o povo fica fechada nela mesma e se torna um circulo fechado, sem horizontes, sem uma meta, que deve ser o Céu. Então com o ornamento como o do Vigário de Cristo, mesmo que o Mistério seja Celebrado Versus Populum (de frente para o povo) também será celebrado Versus Deum, uma vez que o Sacerdote tem de frente pra ele o Crucificado. Na Diocese de Mossoró enquanto eu preparava o altar para o Santo Sacrifício da Missa com o arranjo como o do Santo Padre, o Sacerdote que celebraria aquela Missa questionou se a cruz e as velas a frente não tirariam a visão do povo para a Eucaristia, hoje esse questionamento me faz lembrar Ratzinger que falando sobre o Assunto disse que a Eucaristia não se sente incomodada com a Cruz de Cristo Senhor Nosso, umas vez que a Eucaristia é o Próprio Senhor. E aqui no Per Ecclesiae Unitate incentivamos o uso do arranjo, afim de que o Rito de Paulo VI seja Celebrado com dignidade, em união ao Santo Padre, que os Sacerdotes vivam o Mistério com toda intensidade de suas almas, deixando de ter o povo como centro e passando a colocar o Senhor no Centro como Primogênito entre todas as coisas (Col 1, 15), e que os fiéis adorem a Real Presença do Senhor Nesse Tão Sublime Sacramento do Amor.




Essa forma com a qual Dom Guido Marine, Cerimoniário do Papa, tem ornado o Altar, vem atraindo muitos seguidores em diversas partes do mundo, leigos, Padres e Bispos espalhados em todos os cantos da Terra. Na cidade de Mossoró há cerca de dois anos na capela do Espírito Santo vem sendo usado o arranjo. E no ultimo dia 16 de julho, Festa da Aparição de Nossa Senhora do Carmo, após um dia inteiro de apostolado sobre a Santa Escravidão de Amor a Jesus Senhor através da Sua Mãe Maria Santíssima, houve a Santa Missa de consagração daqueles que vinham se preparando, com arrumação do Altar conforme a do Vigário de Cristo. As formações foram dadas pela Comunidade Mariana Totus Tuus, que também preparou a Celebração Eucarística. O Sacerdote Celebrante foi o Escravo da Jesus em Maria, Padre João Batista, pároco da Paroquia de São Paulo Apóstolo em Mossoró. Normalmente não é essa a arrumação do Altar na Igreja, Dedicada a Nossa Senhora da Conceição, no cotidiano usam-se dois castiçais modesto com detalhes em madeira, mas na mesma havia castiçais de metal na cor dourada e um crucifixo com o mesmo material.

Consagração a Jesus por meio de Maria Capela de Nosso Senhora da Conceição Olho D'água do Borges
Altar preparado para a consagração antes da Missa

Então foi com esses que estavam guardados e que há tempos não eram utilizados, que se ornou o Altar para aquela Celebração. Como pode-se ver na fotos abaixo foram quatro castiçais e um Crucifixo ao meio, virado para o celebrante. A saber, usa-se dois castiçais em dias normais, quatro em festas e memórias, seis em solenidades, setes quando o Bispo Ordinário Celebra ou se trata de grandes Solenidades como Páscoa, mas nunca uma única vela ou até mesmo o Círio substituindo-a.

O altar deve ser coberto pelo menos com uma toalha de cor branca. Sobre o altar ou perto dele, dispõem-se, em qualquer celebração, pelo menos dois castiçais com velas acesas, ou quatro ou seis, sobretudo no caso da Missa dominical ou festiva de preceito, e até sete, se for o Bispo diocesano a celebrar. Igualmente, sobre o altar ou perto dele, haja uma cruz, com a imagem de Cristo crucificado. Os castiçais e a cruz ornada com a imagem de Cristo crucificado podem ser levados na procissão de entrada. (Parágrafo 117 da Instrução Geral do Missal Romano

Altar preparado para a consagração Capela de Nosso Senhora da Conceição Olho D'água do Borges

Nós do Per Ecclesiae Unitate reforçamos o apoio a Sua Santidade o Papa Bento XVI, Que mesmo cansado e atacado por todos os lados inclusive de dentro da Igreja, consiga mostrar o que é melhor para a sua Igreja. Alguns “liturgistas” zombam do seu Pastor, dizem nem se vê mais o Papa nas Missas por ter tantas velas na frente, não entendem que ao contrario dos “Fábios de Melo” o Sucessor de Pedro sabe que o centro do Sacerdócio é Cristo e deve ser ele o Centro da Missão, sobretudo Litúrgica. Esse arranjo não quer trazer uma nostalgia e uma memória do passado, mas ao certo o que se encontra no desejo do Santo Padre em tomar decisões como essa e como a de dar a Comunhão na Língua, é de que se deixem de lado os abuso contra a Eucaristia, que se lembre que onde vemos e sentimos gosto de pão e vinho aí está Cristo Humilde em Seu Corpo e Sangue para remir Nossos pecados, nossa culpa que nos trouxe tão grande Salvador. Adoremos a Cristo mais e mais no Santíssimo Sacramento do Altar, e peçamos por vocações Sacerdotais Santas, que queiram diminuir para que Cristo apareça, e que Façam sem hesitar a Vontade do Santo Padre, que é a mesma de Cristo.

Consagração a Jesus por meio de Maria Capela de Nosso Senhora da Conceição Olho D'água do Borges

San Pio X, Ora por Nobis.
San Padre Pio, Ora por Nobis.
Mater Santissimum Sacramentum, Ora por nobis.
SOUSA, Antônio Samuel Érico de. O Arranjo Beneditino. In: <http://perecclesiaeunitate.blogspot.com/>12.10.2010