Queremos Ano Mariano! Vejam esse lindo video da Arca de Maria em pedido do ano Mariano!
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Romario Kionys
Hoje quero falar um pouco sobre a Maçonaria. Primeiramente pense um pouco comigo, será que é licito mesmo um católico de fato afilia-se a uma loja maçônica? Ou um(a) jovem ser DeMolay, ou Filha de Jô? Um homem ser um Maçom? Ou seja, sempre é bom refletir um pouco, mesmo se isso fosse falso, mesmo que a igreja permiti-se a filiação, sempre é bom parar e pensar, principalmente porque como dizem todo boato tem 10% de verdade.
Falo dos DeMolay e das Filhas de Jô, porque estas duas têm uma ligação muito estreita com a Maçonaria, e na maioria dos casos os jovens ao saírem vão direto para a maçonaria. E ambos os membros delas tem a maçonaria como a “mais bela instituição” da humanidade.
Seria interessante vermos um pouco da história da Maçonaria, mas como não temos tempo e isso tornaria a leitura um pouco chata, deixo esse trabalho para os mais curiosos, mas deixo uma ponderação, só digo para ter cuidado onde vão pesquisar, já que a internet é uma ótima aliada, mas pode ser a pior vilã de todas.
Bem vamos à questão em da postagem, pode um católico entrar em uma associação maçônica? Vejamos primeiramente o que o CDC diz sobre isso, no Cân. 1374 está escrito da seguinte forma: “Quem se inscreve em alguma associação que maquina contra a Igreja seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações seja punido com interdito”. '
Como diria um dos meus professores do Ensino Médio: “para bom entendedor me pala ba (meia palavra basta)”, mas infelizmente não é essa a realidade dos fieis da nossa Igreja, e no mesmo dia do lançamento do CDC dia 25 DE JANEIRO DE 1983 no quinto ano do Pontificado do Papa João Paulo II, foi-se indagado se mudou a posição da igreja sobre a Maçonaria e outras instituições, como por exemplo, a Rosa Cruz, o que foi respondido no dia seguinte.
O então Cardeal prefeito da Congregação para doutrina da fé Joseph Card. RATZINGER – atual Papa Bento XVI –, preparou e publicou um documento para esclarecer o ocorrido, este documento pode ser encontrado no site do Vaticano – Clique Aqui – o que nos esclarece bem, e mostra qual punição é dada aos que estão nela, a excomunhão: “os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.”.
Romario Kionys
A comissão médica consultada pelo Vaticano aprovou um milagre atribuído a João Paulo II, de modo que a causa de beatificação do pontífice polonês, falecido em 2005, avança significativamente, indicou nesta terça-feira a imprensa italiana.
Segundo Il Giornale e a agência de notícias religiosas I.media, a comissão liderada pelo médico particular de Bento XVI, Patrizio Polisca, aprovou o milagre apresentado.
Os médicos e teólogos consultados pela Congregação para as Causas dos Santos, reunidos no mais estrito sigilo, estimaram que a cura da freira francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de Mal de Parkinson, foi "imediata e inexplicável".
A freira, que era enfermeira, curou-se inexplicavelmente após suas orações e pedidos a João Paulo II poucos meses depois de sua morte, em abril de 2005.
A aprovação dos especialistas deverá ser ratificada por uma comissão de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos.
Tratam-se de dois passos importantes para a beatificação de João Paulo II, que, segundo as mesmas fontes, pode ocorrer em 2011.
Velocidade. Muitos milagres foram atribuídos a João Paulo II, vítima das consequências do Mal de Parkinson.
A beatificação é o primeiro passo no caminho para a canonização, que exige a prova de intercessão em dois milagres.
No dia 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI aprovou as "virtudes heroicas" do papa polonês Karol Wojtyla - João Paulo II - venerado já em vida.
Com elas, iniciou-se a investigação do milagre atribuído, que deve ser examinado por várias comissões.
O processo de beatificação de João Paulo II foi iniciado por Bento XVI dois meses após a morte, um prazo excepcionalmente curto.
Durante o funeral de João Paulo II na Praça de São Pedro, em Roma, milhares de fiéis gritavam em italiano "Santo Subito", pedindo que João Paulo II fosse proclamado santo imediatamente.
Fonte: Estado de Minas
Fonte: Estado de Minas
Romario Kionys

28.12.2010 - Apresentamos nossa tradução da entrevista concedida pelo Cardeal Antonio Cañizares a Andrea Tornielli, do Il Giornale, via La Buhardilla de Jerónimo.
A liturgia católica vive “uma certa crise” e Bento XVI quer dar vida a um novo movimento litúrgico, que volte a trazer mais sacralidade e silêncio à Missa, e mais atenção à beleza no canto, na música e na arte sacra.
O Cardeal Antonio Cañizares Llovera, 65 anos, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, que enquanto bispo na Espanha era chamado de “o pequeno Ratzinger”, é o homem ao qual o Papa confiou esta tarefa. Nesta entevista a Il Giornale, o “ministro” da liturgia de Bento XVI revela e explica programas e projetos.
Como cardeal, Joseph Ratzinger havia lamentado uma certa pressa na reforma litúrgica pós-conciliar. Qual é a sua opinião?
A reforma litúrgica foi realizada com muita presa. Havia ótimas intenções e o desejo de aplicar o Vaticano II. Mas houve precipitação. Não se deu tempo e espaço suficiente para acolher e interiorizar os ensinamentos do Concílio; de repente, mudou-se o modo de celebrar.
A liturgia católica vive “uma certa crise” e Bento XVI quer dar vida a um novo movimento litúrgico, que volte a trazer mais sacralidade e silêncio à Missa, e mais atenção à beleza no canto, na música e na arte sacra.
O Cardeal Antonio Cañizares Llovera, 65 anos, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, que enquanto bispo na Espanha era chamado de “o pequeno Ratzinger”, é o homem ao qual o Papa confiou esta tarefa. Nesta entevista a Il Giornale, o “ministro” da liturgia de Bento XVI revela e explica programas e projetos.
Como cardeal, Joseph Ratzinger havia lamentado uma certa pressa na reforma litúrgica pós-conciliar. Qual é a sua opinião?
A reforma litúrgica foi realizada com muita presa. Havia ótimas intenções e o desejo de aplicar o Vaticano II. Mas houve precipitação. Não se deu tempo e espaço suficiente para acolher e interiorizar os ensinamentos do Concílio; de repente, mudou-se o modo de celebrar.
Recordo bem a mentalidade então difundida: era necessário mudar, criar algo novo. Aquilo que havíamos recebido, a tradição, era visto como um obstáculo. A reforma foi entendida como obra humana, muitos pensavam que a Igeja era obra de nossas mãos e não de Deus. A renovação litúrgica foi vista como uma investigação de laboratório, fruto da imaginação e da criatividade, a palavra mágica de então.
Como cardeal, Ratzinger havia prognosticado uma “reforma da reforma” litúrgica, palavras atualmente impronunciáveis, mesmo no Vaticano. Todavia, parece evidente que Bento XVI a deseje. É possível falar dela?
Não sei se é possível, ou se é conveniente, falar de “reforma da reforma”. O que vejo absolutamente necessário e urgente, segundo o que deseja o Papa, é dar vida a um novo, claro e vigoroso movimento litúrgico em toda a Igreja. Porque, como explica Bento XVI no primeiro volume de sua Opera Omnia, em relação à liturgia se decide o destino da fé e da Igreja. Cristo está presente na Igreja através dos sacramentos. Deus é o sujeito da história, e não nós. A liturgia não é uma ação do homem, mas de Deus.
O Papa, mais que decisões impostas de cima, fala com o exemplo. Como ler as mudanças introduzidas por ele nas celebrações papais?
Acima de tudo, não deve haver nenhuma dúvida sobre a bondade da renovação litúrgica conciliar, que trouxe grandes benefícios para a vida da Igreja, como a participação mais consciente e ativa dos fiéis e a presença enriquecida da Sagrada Escritura. Mas além destes e outros benefícios, não faltaram sombras, surgidas nos anos seguintes ao Vaticano II: a liturgia, isso é fato, foi “ferida” por deformações arbitrárias, provocadas também pela secularização que desgraçadamente atinge também dentro da Igreja. Consequentemente, em muitas celebrações já não se coloca Deus no centro, mas o homem e seu protagonismo, sua ação criativa, o papel principal é dado à assembléia. A renovação conciliar foi entendida como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da tradição. Devemos reaviver o espírito da liturgia e para isso são significativos os gestos introduzidos nas liturgias do Papa: a orientação da ação litúrgica, a cruz no centro do altar, a comunhão de joellhos, o canto gregoriano, o espaço para o silêncio, a beleza na arte sacra. É também necessário e urgente promover a adoração eucarística: diante da presenção real do Senhor, não se pode senão estar em adoração.
Quando se fala de uma recuperação da dimensão do sagrado, há sempre quem apresente tudo isso como um simples retorno ao passado, fruto de nostalgia. Como o senhor responde?
A perda do sentido do sagrado, do Mistério, de Deus, é uma das perdas de consequências mais graves para um verdadeiro humanismo. Quem pensa que reavivar, recuperar e reforçar o espírito da liturgia e a verdade da celebração é um simples retorno a um passado superado, ignora a verdade das coisas. Colocar a liturgia no centro da vida da Igreja não é em nada nostálgico, mas, pelo contrário, é garantia de estar a caminho em direção ao futuro.
Como julga o estado da liturgia católica no mundo?
Diante do risco da rotina, diante de algumas confusões, da pobreza e da banalidade do canto e da música sacra, pode-se dizer que há uma certa crise. Por isso é urgente um novo movimento litúrgico. Bento XVI, indicando o exemplo de São Francisco de Assis, muito devoto do Santíssimo Sacramento, explicou que o verdadeiro reformador é alguém que obedece a fé: não se move de maneira arbitrária e não se arroga nenhuma discricionariedade sobre o rito. Não é o dono, mas o custódio do tesouro instituido pelo Senhor e confiado a nós. O Papa, portanto, pede à nossa Congregação promover uma renovação segundo o Vaticano II, em sintonia com a tradição litúrgica da Igreja, sem esquecer a norma conciliar que prescreve não introduzir inovações exceto quando as requererem uma verdadeira e comprovada utilidade para a Igreja, com a advertência de que as novas formas, em todo caso, devem surgir organicamente das já existentes.
O que pretende fazer como Congregação?
Devemos considerar a renovação litúrgica segundo a hermêutica da continudade na reforma indicada por Bento XVI para ler o Concílio. E para fazê-lo, é necessário superar a tendência de “congelar” o estado atual da reforma pós-conciliar, de um modo que não faz justiça ao desenvolvimento orgânico da liturgia da Igreja.
Estamos tentanto levar adiante um grande empenho na formação dos sacerdotes, seminaristas, consagrados e fiéis leigos, para favorecer a compreensão do verdadeiro significado das celebrações da Igreja. Isso requer uma adequada e ampla instrução, vigilância e fidelidade nos ritos, e uma autêntica educação para vivê-los plenamente. Este empenho será acompanhado pela revisão e pela atualização dos textos introdutórios de diversas celebrações (prenotanda). Somos conscientes também de que dar impulso a este novo movimento não será possível sem uma renovação pastoral da iniciação cristã.
Uma perspectiva que deveria ser aplicada também à arte e à música…
O novo movimento litúrgico deverá fazer descobrir a beleza da liturgia. Por isso, abriremos uma nova seção em nossa Congregação dedicada à “Arte e música sacra” a serviço da liturgia. Isso nos levará a oferecer, o quanto antes, critérios e orientações para a arte, canto e música sacras. Como também pensamos em oferecer o mais rápido possível critérios e orientações para a pregação.
Nas Igrejas desaparecem os genuflexórios, a Missa às vezes é ainda um espaço aberto à criatividade, são cortadas inclusive as partes mais sagradas do cânon. Como inverter esta tendência?
A vigilância da Igreja é fundamental e não deve ser considerada como algo inquisitório ou repressivo, mas como um serviço. Em todo caso, devemos tornar todos conscientes da exigência, não só dos direitos do fiéis, mas também dos “direitos de Deus”.
Existe também o risco oposto, isto é, o de se crer que a sacralidade da liturgia depende da riqueza dos paramentos: uma posição fruto de esteticismo que parece ignorar o coração da liturgia…
A beleza é fundamental, mas é algo muito distintito de um esteticismo vazio, formalista e estéril, no qual se cai às vezes. Existe o risco de se acreditar que a beleza e a sacralidade da liturgia dependem da riqueza ou da antiguidade dos paramentos. É necessário uma boa formação e uma boa catequese baseada no Catecismo da Igreja Católica, evitando também o risco oposto, o da banalização, e atuando com decisão e energia quando se recorre a costumes que tiveram seu sentido no passado, mas que atualmente não têm ou não contribuem de nenhum modo para a verdade da celebração.
Poderia nos dar alguma indicação concreta sobre o que poderia mudar na liturgia?
Mais que pensar em mudanças, devemos nos comprometer em reaviver e promover um novo movimento litúrgico, seguindo o ensinamento de Bento XVI, a reaviver o sentido do sagrado e do Mistério, pondo Deus no centro de tudo. Devemos impulsionar a adoração eucarística, renovar e melhorar o canto litúrgico, cultivar o silêncio, dar mais espaço à meditação. Disso surgirá as mudanças…
Fonte: http://fratresinunum.com/
Fonte: Rainha Maria
El Olam
Amados irmãos e irmãs!
«Tu és meu filho, Eu hoje te gerei» – com estas palavras do Salmosegundo, a Igreja dá início à liturgia da Noite Santa. Ela sabe que esta frase pertencia, originariamente, ao rito da coroação do rei de Israel. O rei, que por si só é um ser humano como os outros homens, torna-se «filho de Deus» por meio do chamamento e entronização na sua função: trata-se de uma espécie de adopção por parte de Deus, uma acta da decisão, pela qual Ele concede a este homem uma nova existência, atraindo-o para o seu próprio ser. De modo ainda mais claro, a leitura tirada do profeta Isaías, que acabámos de ouvir, apresenta o mesmo processo numa situação de tribulação e ameaça para Israel: «Um menino nasceu para nós, um filho nos foi concedido. Tem o poder sobre os ombros» (9, 5). A entronização na função régia é como um novo nascimento. E, precisamente como recém-nascido por decisão pessoal de Deus, como menino proveniente de Deus, o rei constitui uma esperança. O futuro assenta sobre os seus ombros. É o detentor da promessa de paz. Na noite de Belém, esta palavra profética realizou-se de um modo que, no tempo de Isaías, teria ainda sido inimaginável. Sim, agora Aquele sobre cujos ombros está o poder é verdadeiramente um menino. N’Ele aparece a nova realeza que Deus institui no mundo. Este menino nasceu verdadeiramente de Deus. É a Palavra eterna de Deus, que une mutuamente humanidade e divindade. Para este menino, são válidos os títulos de dignidade que lhe atribui o cântico de coroação de Isaías: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai para sempre, Príncipe da paz (9, 5). Sim, este rei não precisa de conselheiros pertencentes aos sábios do mundo. Em Si mesmo traz a sapiência e o conselho de Deus. Precisamente na fragilidade de menino que é, Ele é o Deus forte e assim nos mostra, face aos pretensiosos poderes do mundo, a fortaleza própria de Deus.
El Olam
Vamos conhecer um pouco da história do Nosso Santo Padre o PAPA Bento XVI!
O Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de Abril de 1927 (Sábado Santo), e foi baptizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, provinha duma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições económicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis.
El Olam
Retiro de Missão Mater Rosarium
"Imaginai estar comigo na praia do mar, ou melhor, sobre um escolho isolado, e de não em torno de vós senão o mar. Em toda aquela vasta superfície de águas vê-se uma multidão de naves em ordem de batalha, que avançam contra uma nave muito maior e mais alta que todas, tentando chocar-se contra ela com o esporão da proa, tentando incendiá-la e fazer-lhe o maior dano possível. Àquela majestosa nave fazem escolta pequenas naves, mas o vento lhes é contrário e o mar agitado parece favorecer os inimigos.
[Em vão tentam de novo o ataque e desperdiçam toda a sua fadiga e munições: a grande nau prossegue seguramente e livre em seu caminho. Ocorre por vezes que, atingida por golpes formidáveis, apresenta em seus flancos largas e profundas brechas, mas apenas acontece o dano, sopra um vento proveniente das duas colunas e as brechas se fecham e os furos se obturam] (Trecho do sonho de Dom Bosco omitido no texto de Antonio Socci).
Então, os inimigos, furiosos, começam a combater com armas curtas; e com as mãos, com os punhos, com blasfêmias.
[Em vão tentam de novo o ataque e desperdiçam toda a sua fadiga e munições: a grande nau prossegue seguramente e livre em seu caminho. Ocorre por vezes que, atingida por golpes formidáveis, apresenta em seus flancos largas e profundas brechas, mas apenas acontece o dano, sopra um vento proveniente das duas colunas e as brechas se fecham e os furos se obturam] (Trecho do sonho de Dom Bosco omitido no texto de Antonio Socci).
Então, os inimigos, furiosos, começam a combater com armas curtas; e com as mãos, com os punhos, com blasfêmias.
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El Olam
Eita hoje só noticias boas, só falta confirmarem o ano Mariano! :P
segue abaixo mais uma noticia!
Champion, 10 Dez. 10 / 02:01 pm (ACI).- O Bispo de Wisconsin, nos Estados Unidos, Dom David L. Ricken, anunciou no dia 8 de dezembro, Solenidade da Imaculada Concepção, a primeira aprovação oficial de uma aparição da Virgem Maria nos Estados Unidos, ocorrida no século XIX em uma capela da cidade de Champion, em sua jurisdição eclesiástica.
Desde 1861, o lugar das aparições acolhe uma capela dedicada à Virgem Maria sob a advocação de “Our Lady of Good Help” (Nossa Senhora da Boa Ajuda). Logo depois de uma investigação de dois anos, Dom Ricken proclamou que as aparições são “dignas de ser creídas” e confirmou o reconhecimento oficial da diocese a este popular santuário Mariano.
Na festa da Imaculada, o Bispo decretou com “certeza moral” que a Virgem Maria realmente apareceu à jovem imigrante belga Adele Brise, em três ocasiões em outubro de 1859.
Nas aparições Adele contemplou uma mulher em vestimentas brilhantes. Em seu terceiro encontro, a Virgem Maria se identificou como “a rainha do Céu que reza pela conversão dos pecadores”.
A Virgem confiou a Adele a missão de “reunir as crianças deste lugar campestre e ensinar-lhes o que devem fazer para a salvação. Vá e não tema coisa alguma. Eu te ajudarei”.
A moça, então de 28 anos de idade, tinha querido ser religiosa antes de viajar da Bélgica aos Estados Unidos. Depois destas visões, ingressou na terceira ordem franciscana e instruiu muitas crianças e adultos, em uma época marcada pela escassez de sacerdotes em Wisconsin.
Em declarações ao grupo ACI, Dom David L. Ricken, comentou que a vida de Adele é um dos testemunhos mais convincentes da validez das aparições. Em vez de atrair a atenção de outros para si, dedicou-se humildemente a cumprir a missão encomendada.
O Prelado afirmou que Adele “percorreu toda esta área e visitou as casas que estavam mais longe” ressaltando seu espírito de humildade e simplicidade. “A maior quantidade das vezes caminhou, e podia passar vários dias com as crianças ensinando- lhes o catecismo e conversando com seus pais sobre a fé”.
“Realmente tinha um espírito evangelizador… e o demonstrou, não só com sua mensagem, mas com toda sua vida”, disse o Bispo.
Dom Ricken também se referiu às “incontáveis historia de orações respondidas” que incluem relatos “dos que muitos chamam milagres”. Este Bispo indica que escutou “historia após história” sobre curas “incríveis” e conversões.
Na opinião do Pe. John Doefler, Reitor do Santuário de Our Lady of Good Help, estas aparições poderiam estar vinculadas às da Virgem da Lourdes em 1858.
“Em Lourdes, Maria se identifica como a Imaculada Concepção. Aqui o faz como Rainha do Céu. Entre ambas, englobam-se todos os mistérios marianos: desde o começo de sua vida até a assunção e a coroação no Céu”.
segue abaixo mais uma noticia!
Champion, 10 Dez. 10 / 02:01 pm (ACI).- O Bispo de Wisconsin, nos Estados Unidos, Dom David L. Ricken, anunciou no dia 8 de dezembro, Solenidade da Imaculada Concepção, a primeira aprovação oficial de uma aparição da Virgem Maria nos Estados Unidos, ocorrida no século XIX em uma capela da cidade de Champion, em sua jurisdição eclesiástica.
Desde 1861, o lugar das aparições acolhe uma capela dedicada à Virgem Maria sob a advocação de “Our Lady of Good Help” (Nossa Senhora da Boa Ajuda). Logo depois de uma investigação de dois anos, Dom Ricken proclamou que as aparições são “dignas de ser creídas” e confirmou o reconhecimento oficial da diocese a este popular santuário Mariano.
Na festa da Imaculada, o Bispo decretou com “certeza moral” que a Virgem Maria realmente apareceu à jovem imigrante belga Adele Brise, em três ocasiões em outubro de 1859.
Nas aparições Adele contemplou uma mulher em vestimentas brilhantes. Em seu terceiro encontro, a Virgem Maria se identificou como “a rainha do Céu que reza pela conversão dos pecadores”.
A Virgem confiou a Adele a missão de “reunir as crianças deste lugar campestre e ensinar-lhes o que devem fazer para a salvação. Vá e não tema coisa alguma. Eu te ajudarei”.
A moça, então de 28 anos de idade, tinha querido ser religiosa antes de viajar da Bélgica aos Estados Unidos. Depois destas visões, ingressou na terceira ordem franciscana e instruiu muitas crianças e adultos, em uma época marcada pela escassez de sacerdotes em Wisconsin.
Em declarações ao grupo ACI, Dom David L. Ricken, comentou que a vida de Adele é um dos testemunhos mais convincentes da validez das aparições. Em vez de atrair a atenção de outros para si, dedicou-se humildemente a cumprir a missão encomendada.
O Prelado afirmou que Adele “percorreu toda esta área e visitou as casas que estavam mais longe” ressaltando seu espírito de humildade e simplicidade. “A maior quantidade das vezes caminhou, e podia passar vários dias com as crianças ensinando- lhes o catecismo e conversando com seus pais sobre a fé”.
“Realmente tinha um espírito evangelizador… e o demonstrou, não só com sua mensagem, mas com toda sua vida”, disse o Bispo.
Dom Ricken também se referiu às “incontáveis historia de orações respondidas” que incluem relatos “dos que muitos chamam milagres”. Este Bispo indica que escutou “historia após história” sobre curas “incríveis” e conversões.
Na opinião do Pe. John Doefler, Reitor do Santuário de Our Lady of Good Help, estas aparições poderiam estar vinculadas às da Virgem da Lourdes em 1858.
“Em Lourdes, Maria se identifica como a Imaculada Concepção. Aqui o faz como Rainha do Céu. Entre ambas, englobam-se todos os mistérios marianos: desde o começo de sua vida até a assunção e a coroação no Céu”.
El Olam
Brasil e Portugal ganharão novas Beatas: a Irmã Dulce e a religiosa Maria Clara do Menino Jesus
VATICANO, 10 Dez. 10 / 02:08 pm - Na manhã desta sexta-feira, 10, o Papa Bento XVI recebeu em Audiência privada o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Cardeal Angelo Amato, e durante o encontro, o Sumo Pontífice autorizou a Congregação a promulgar os Decretos de 15 Servos de Deus e um Beato, e entre eles os decretos de um milagre atribuído à intercessão da religiosa nascida na Bahia, a Irmã Dulce e outro a uma freira portuguesa, a Serva de Deus Maria Clara do Menino Jesus.
Abaixo reproduzimos os decretos aprovados hoje por Bento XVI, divulgados pelo portal Canção Nova Notícias:
- um milagre, atribuído à intercessão do Beato Guido Maria Conforti, Arcebispo de Parma e fundador da Pia Sociedade de São Francisco Saverio para as Missões no Exterior; nascido em Ravadese (Itália) em 30 de março de 1865 e falecido em Parma (Itália) em 5 de novembro de 1931;
- um milagre, atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Francesco Paleari, Sacerdote do Instituto Cottolengo; nascido em Pogliano Milanese (Itália) em 22 de outubro de 1863 e falecido em Turim (Itália) em 7 de maio de 1939;
- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Anna Maria Janer Anglarill, fundadora do Instituto das Irmãs da Sagrada Família de Urgell; nascida em Cervera (Espanha) em 18 de dezembro de 1800 e falecida em Talarn (Espanha) em 11 de janeiro de 1885;
- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Maria Clara do Menino Jesus (no venaculo: Libânia do Carmo Galvão Meixa De Moura Telles e Albuquerque), fundadora da Congregação das Irmãs Franciscanas dos Hospitais da Imaculada Conceição; nascida em Amadora (Portugal) em 15 de junho de 1843 e falecida em Lisboa (Portugal) em 1° de dezembro de 1899;
- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Dulce (no venaculo: Maria Rita Lopes Pontes), Irmã professa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus; nascida em São Salvador de Bahia (Brasil) em 26 de maio de 1914 e ali falecida em 13 de março de 1992;
- o martírio do Servo de Deus Luigi Andritzki, Sacerdote diocesano; nascido em Radibor (Alemanha) em 2 de julho de 1914 e morto no campo de concentração de Dachau (Alemanha) em 3 de fevereiro de 1943;
- o martírio dos Servos de Deus Giuseppe Nadal y Guiu, nascido em Bell-lloc (Espanha) em 25 de julho de 1911, e Giuseppe Jordán y Blecua, nascido em Azlor (Espanha) em 27 de maio de 1906, Sacerdotes diocesanos; assassinados em Monzón, por ódio à fé, durante a perseguição religiosa na Espanha, em 12 de agosto de 1936;
- o martírio dos Servos de Deus Antonio (no venaculo: Michele Faúndez López), Sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores, nascido em La Hiniesta (Espanha) em 23 de julho de 1907, e Boaventura (no século; Baltasar Mariano Muñoz Martínez), Clérigo da Ordem dos Frades Menores, nascido no distrito de Santa Cruz (Espanha) em 7 de dezembro de 1912, além de Pietro Sanchez Barba, nascido em Llano de Brujas (Espanha) em 1° de julho de 1895, e Fulgenzio Martínez García, nascido em Ribera de Molina em 14 de agosto de 1911, Sacerdotes da Ordem Terceira Secular de São Francisco de Assis, assassinados por ódio à fé, durante a perseguição religiosa na Espanha, em 1936;
- as virtudes heroicas do Servo de Deus Antonio Palladino, Sacerdote diocesano e fundador da Congregação das Irmãs Dominicanas do Santíssimo Sacramento; nascido em Cerignola (Itália) em 10 de novembro de 1881 e ali falecido em 15 de maio de 1926;
- as virtudes heroicas do Servo de Deus Béchara (no venaculo: Sélim Abou-Mourad), Sacerdote professo da Ordem Basiliano do Santíssimo Salvador dos Melquitas; nascido em Zahlé (Líbano) em 19 de maio de 1853 e falecido em Saïda (Líbano) em 22 de fevereiro de 1930;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Elisa Andreoli, fundadora da Congregação das Servas de Maria Reparadora; nascida em Agugliaro (Itália) em 10 de julho de 1861 e falecida em Rovigo (Itália) em 1° de dezembro de 1935;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Pilar del Sacro Cuore (no venaculo: Maria Pilar Solsona Lambán), Religiosa professa do Instituto das Filhas de Maria Religiosa das Escolas Pias; nascida em Zaragoza (Espanha) em 22 de dezembro de 1881 e falecida em Logroño (Espanha) em 20 de novembro de 1966.
Abaixo reproduzimos os decretos aprovados hoje por Bento XVI, divulgados pelo portal Canção Nova Notícias:
- um milagre, atribuído à intercessão do Beato Guido Maria Conforti, Arcebispo de Parma e fundador da Pia Sociedade de São Francisco Saverio para as Missões no Exterior; nascido em Ravadese (Itália) em 30 de março de 1865 e falecido em Parma (Itália) em 5 de novembro de 1931;
- um milagre, atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Francesco Paleari, Sacerdote do Instituto Cottolengo; nascido em Pogliano Milanese (Itália) em 22 de outubro de 1863 e falecido em Turim (Itália) em 7 de maio de 1939;
- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Anna Maria Janer Anglarill, fundadora do Instituto das Irmãs da Sagrada Família de Urgell; nascida em Cervera (Espanha) em 18 de dezembro de 1800 e falecida em Talarn (Espanha) em 11 de janeiro de 1885;
- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Maria Clara do Menino Jesus (no venaculo: Libânia do Carmo Galvão Meixa De Moura Telles e Albuquerque), fundadora da Congregação das Irmãs Franciscanas dos Hospitais da Imaculada Conceição; nascida em Amadora (Portugal) em 15 de junho de 1843 e falecida em Lisboa (Portugal) em 1° de dezembro de 1899;
- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Dulce (no venaculo: Maria Rita Lopes Pontes), Irmã professa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus; nascida em São Salvador de Bahia (Brasil) em 26 de maio de 1914 e ali falecida em 13 de março de 1992;
- o martírio do Servo de Deus Luigi Andritzki, Sacerdote diocesano; nascido em Radibor (Alemanha) em 2 de julho de 1914 e morto no campo de concentração de Dachau (Alemanha) em 3 de fevereiro de 1943;
- o martírio dos Servos de Deus Giuseppe Nadal y Guiu, nascido em Bell-lloc (Espanha) em 25 de julho de 1911, e Giuseppe Jordán y Blecua, nascido em Azlor (Espanha) em 27 de maio de 1906, Sacerdotes diocesanos; assassinados em Monzón, por ódio à fé, durante a perseguição religiosa na Espanha, em 12 de agosto de 1936;
- o martírio dos Servos de Deus Antonio (no venaculo: Michele Faúndez López), Sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores, nascido em La Hiniesta (Espanha) em 23 de julho de 1907, e Boaventura (no século; Baltasar Mariano Muñoz Martínez), Clérigo da Ordem dos Frades Menores, nascido no distrito de Santa Cruz (Espanha) em 7 de dezembro de 1912, além de Pietro Sanchez Barba, nascido em Llano de Brujas (Espanha) em 1° de julho de 1895, e Fulgenzio Martínez García, nascido em Ribera de Molina em 14 de agosto de 1911, Sacerdotes da Ordem Terceira Secular de São Francisco de Assis, assassinados por ódio à fé, durante a perseguição religiosa na Espanha, em 1936;
- as virtudes heroicas do Servo de Deus Antonio Palladino, Sacerdote diocesano e fundador da Congregação das Irmãs Dominicanas do Santíssimo Sacramento; nascido em Cerignola (Itália) em 10 de novembro de 1881 e ali falecido em 15 de maio de 1926;
- as virtudes heroicas do Servo de Deus Béchara (no venaculo: Sélim Abou-Mourad), Sacerdote professo da Ordem Basiliano do Santíssimo Salvador dos Melquitas; nascido em Zahlé (Líbano) em 19 de maio de 1853 e falecido em Saïda (Líbano) em 22 de fevereiro de 1930;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Elisa Andreoli, fundadora da Congregação das Servas de Maria Reparadora; nascida em Agugliaro (Itália) em 10 de julho de 1861 e falecida em Rovigo (Itália) em 1° de dezembro de 1935;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Pilar del Sacro Cuore (no venaculo: Maria Pilar Solsona Lambán), Religiosa professa do Instituto das Filhas de Maria Religiosa das Escolas Pias; nascida em Zaragoza (Espanha) em 22 de dezembro de 1881 e falecida em Logroño (Espanha) em 20 de novembro de 1966.
El Olam
Queridos irmãos e irmãs:
Hoje, nosso encontro, por ocasião da oração do Ângelus, adquire uma luz especial no contexto da Solenidade da Imaculada Conceição de Maria. Na liturgia desta festa, proclama-se o Evangelho da Anunciação (Lc 1, 26-38), que apresenta justamente o diálogo entre o anjo Gabriel e a Virgem. "Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!", disse o mensageiro de Deus e, dessa forma, revelou a mais profunda identidade de Maria, o "nome", por assim dizer, com que o próprio Deus a conhece: "cheia de graça". Esta expressão, que é tão familiar para nós desde a infância - pois a pronunciamos cada vez que rezamos a Ave Maria - explica o mistério que celebramos hoje. De fato, Maria, a partir do momento em que foi concebida por seus pais, foi objeto de predileção singular por parte de Deus, quem, em seu desígnio eterno, escolheu-a para ser a mãe de seu Filho feito homem e, portanto, preservada do pecado original. Por esta razão, o anjo se dirige a ela com esse nome, que implicitamente significa: "sempre cheia do amor de Deus", da sua graça.
O mistério da Imaculada Conceição é uma fonte de luz interior, de esperança e consolo. Em meio às provações da vida, especialmente das contradições vividas pelo homem no seu interior e ao seu redor, Maria, Mãe de Cristo, nos diz que a graça é maior do que o pecado, que a misericórdia de Deus é mais forte que o mal e sabe transformá-lo em bem. Infelizmente, todos os dias, nós experimentamos o mal, que se manifesta de muitas maneiras nas relações e nos acontecimentos, mas que tem sua raiz no coração humano, um coração ferido, doente, incapaz de curar a si mesmo. A Sagrada Escritura revela que a fonte de todos os males é a desobediência à vontade de Deus, e que a morte tem dominado porque a liberdade humana tem cedido à tentação do Maligno. Mas Deus não se desanima em seu plano de amor e vida: através de um longo e paciente caminho de reconciliação, preparou a nova e eterna aliança, selada com o sangue de seu Filho, que, para oferecer-se em expiação, "nasceu de mulher" (Gl 4, 4). Esta mulher, Maria, beneficiou-se antecipadamente da morte redentora de seu Filho e, desde a sua concepção, foi preservada do contágio da culpa. Por esta razão, com o seu coração imaculado, Ela nos diz: "Confiai em Jesus, Ele vos salva".
Queridos amigos: hoje à tarde renovarei a tradicional homenagem à Virgem Imaculada, no monumento dedicado a Ela na Praça da Espanha. Com este ato de devoção, eu me faço intérprete do amor dos fiéis de Roma e do mundo inteiro pela Mãe que Cristo nos deu. Confio à sua intercessão as necessidades mais urgentes da Igreja e do mundo. Que Ela nos ajude, acima de tudo, a ter fé em Deus, crer em sua Palavra, sempre recusar o mal e escolher o bem.
El Olam
| Imagem Barroca da Imaculada Conceição parecida com a da Nossa Capela! |
Segue Abaixo a Bula da Imaculada Conceição!
Posição e privilégios de Maria nos desígnios de Deus
1. Deus inefável, "cuja conduta toda é bondade e fidelidade", cuja vontade é onipotente, e cuja sabedoria "se estende com poder de um extremo ao outro (do mundo), e tudo governa com bondade", tendo previsto desde toda a eternidade a triste ruína de todo o gênero humano que derivaria do pecado de Adão, com desígnio oculto aos séculos, decretou realizar a obra primitiva da sua bondade com um mistério ainda mais profundo, mediante a Encarnação do Verbo. Porque, induzido ao pecado — contra o propósito da divina misericórdia — pela astúcia e pela malícia do demônio, o homem não devia mais perecer; antes, a queda da natureza do primeiro Adão devia ser reparada com melhor fortuna no segundo.
2. Assim Deus, desde o princípio e antes dos séculos, escolheu e pré-ordenou para seu Filho uma Mãe, na qual Ele se encarnaria, e da qual, depois, na feliz plenitude dos tempos, nasceria; e, de preferência a qualquer outra criatura, fê-la alvo de tanto amor, a ponto de se comprazer nela com singularíssima benevolência. Por isto cumulou-a admiravelmente, mais do que todos os Anjos e a todos os Santos, da abundância de todos os dons celestes, tirados do tesouro da sua Divindade. Assim, sempre absolutamente livre de toda mancha de pecado, toda bela e perfeita, ela possui uma tal plenitude de inocência e de santidade, que, depois da de Deus, não se pode conceber outra maior, e cuja profundeza, afora de Deus, nenhuma mente pode chegar a compreender.
3. E, certamente, era de todo conveniente que esta Mãe tão venerável brilhasse sempre adornada dos fulgores da santidade mais perfeita, e, imune inteiramente da mancha do pecado original, alcançasse o mais belo triunfo sobre a antiga serpente; porquanto a ela Deus Pai dispusera dar seu Filho Unigênito — gerado do seu seio, igual a si mesmo e amado como a si mesmo — de modo tal que Ele fosse, por natureza, Filho único e comum de Deus Pai e da Virgem; porquanto o próprio Filho estabelecera torná-la sua Mãe de modo substancial; porquanto o Espírito Santo quisera e fizera de modo que dela fosse concebido e nascesse Aquele de quem Ele mesmo procede.
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